O que é Cultura do Estupro?

Falar de cultura do estupro é falar sobre crenças, comportamentos e discursos que sustentam a violência sexual em nossa sociedade. Os casos de estupro e violência sexual não são apenas casos isolados, cometidos por “monstros”, mas são consequência de uma estrutura social que normaliza abusos, culpabiliza as vítimas e coloca os corpos de mulheres, de pessoas com vulva e corpos dissidentes como disponíveis ao desejo masculino e passíveis de violação.

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Corrimentos e Saúde Íntima: o que é normal e o que merece atenção?

O corrimento vaginal é uma secreção natural, produzida pelo colo do útero e pela vagina e tem funções fundamentais para a saúde íntima da mulher e das pessoas com vulva: ajuda a manter o ambiente vaginal saudável, elimina células mortas e bactérias, atua como lubrificante e varia em quantidade, cor e consistência ao longo do ciclo menstrual.

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Solidão: como reconhecer, lidar e buscar apoio na psicologia

A solidão tem se tornado um dos temas mais discutidos em pesquisas sobre saúde mental. Nos últimos anos, expressões como “como lidar com a solidão”, “tratamento da solidão” e “consulta com psicóloga online” aparecem entre as buscas mais frequentes no Google. Esse aumento revela um fenômeno importante: cada vez mais pessoas reconhecem que a solidão impacta não só o bem-estar emocional, mas também a saúde física.

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Ansiedade: o que é, causas, sintomas e como a psicologia pode ajudar

A ansiedade é uma das condições de saúde mental mais buscadas no Google nos últimos anos, especialmente em tempos de incerteza e estresse. Segundo a psicologia, sentir ansiedade em momentos específicos é natural — como antes de uma prova ou entrevista de trabalho. O problema surge quando ela se torna constante e começa a atrapalhar a vida pessoal, profissional e os relacionamentos.

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Dor durante a penetração

Hoje vamos conversar sobre a dor durante a penetração, condição que afeta muitas mulheres e pessoas com vulva, mas que quase sempre é ignorada.
Muita gente acha que sentir dor é normal, mas não deveria ser assim. Entender o que está acontecendo e buscar tratamento faz toda a diferença para a saúde física e emocional

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Medo do parto normal

O medo do parto normal é muito comum. A gente ouve muitas histórias de partos como experiências difíceis ou traumáticas, e as representações midiáticas reforçam a ideia de dor insuportável e sofrimento. Mas é fundamental entender que a maior parte do que torna essas experiências difíceis tem a ver com a assistência recebida — intervenções desnecessárias, pressa para acelerar o trabalho de parto e, infelizmente, violências obstétricas.

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Nem toda verruga genital é HPV: entenda as diferenças

Nem toda lesão que aparece na região anogenital é causada pelo HPV. Outras lesões de pele também podem aparecer nessa região. As causas são variadas: podem ser infecções, como a sífilis, alterações estruturais da pele, que na maioria das vezes são benignas, como sinais e fibromas moles, ou até mesmo lesões precursoras de câncer, muitas vezes relacionadas à exposição solar.

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Perder xixi é normal?

A incontinência urinária é caracterizada pela perda involuntária de urina, um problema mais comum do que se imagina, especialmente após gestações, partos e menopausa. Apesar de frequente, não é normal e não deve ser encarada como algo inevitável.

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TPM é normal?

Quantas vezes você já ouviu que TPM é “frescura” ou “exagero”?
Para Beatriz Marsal, médica ginecologista que atua no Coletivo Feminista, esse é um dos mitos mais comuns sobre a saúde menstrual — e que precisamos desconstruir.

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Cartilha Climatério e Menopausa

No Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, entendemos o climatério e a menopausa como fases naturais da vida, que podem começar até 10 anos antes ou depois do fim da menstruação. Nossas consultas oferecem um atendimento integral, que vai além da lógica de medicalização, priorizando a escuta, o compartilhamento de informações e a construção de autonomia, possibilitando que cada pessoa decida o que precisa (ou não) para esse momento da vida.

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Eu acolho: Profissionais da saúde no enfrentamento à violência sexual

A violência sexual é um problema grave no Brasil, e você, como profissional de saúde, ocupa uma posição estratégica para identificar e apoiar essas pessoas. A cartilha “Eu Acolho: profissionais da saúde no enfrentamento à violência sexual” foi elaborada como ferramenta prática para apoiar profissionais que atuam no SUS, especialmente na Atenção Básica, no acolhimento de mulheres, meninas e pessoas que gestam em situações de violência sexual.

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Eu acolho: Profissionais da saúde pela garantia dos direitos reprodutivos

Você sabe como acolher gestantes em situações de gravidez indesejada? O Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde produziu essa cartilha, que traz orientações para reduzir o estigma, apoiar decisões seguras e reduzir os riscos e as complicações de saúde decorrentes de abortos inseguros. Um recurso essencial para garantir acolhimento humanizado, informação confiável e direitos reprodutivos respeitados.

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Hormonização de homens trans

A hormonização é uma das possibilidades dentro do processo de afirmação de gênero, e, quando feita com acompanhamento adequado, pode contribuir significativamente para o bem-estar e qualidade de vida de quem escolhe esse caminho. Você sabe como funciona?

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Eu escolho: qual o melhor metodo contraceptivo pra mim?

Você tem segurança para apoiar escolhas reprodutivas informadas? O planejamento reprodutivo é um direito fundamental dentro dos direitos sexuais e reprodutivos. No Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, nossas consultas, baseadas nos conteúdos da cartilha Eu Escolho, oferecem informação segura sobre ométodos contraceptivos hormonais e não hormonais e apoio para decisões livres e informadas, garantindo que cada pessoa exerça sua autonomia com segurança e respeito.

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Engravidei, e agora?

Um teste de gravidez positivo pode trazer emoções diversas e ambíguas na vida de uma pessoa. A cartilha “Engravidei, e agora?” é o ponto de partida para oferecer informação confiável, acolhimento humanizado e orientações sobre todas as escolhas possíveis diante de uma gestação. No Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, nosso objetivo é que cada pessoa tenha autonomia para decidir, com segurança e suporte, o que é melhor para sua vida e saúde, compreendendo todos os caminhos possíveis.

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Depressão: sinais de alerta, causas e caminhos para o tratamento

Nos últimos anos, a depressão se tornou um dos temas mais pesquisados quando o assunto é saúde mental. Termos como “tratamento da depressão”, “psicoterapia online” e “consulta com psicóloga” aparecem entre as buscas mais frequentes no Google. Esse interesse crescente mostra como muitas pessoas querem compreender melhor essa condição e, principalmente, encontrar formas de lidar com ela.

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Jogo Plano de Parto

Construir espaços educativos durante o pré-natal pode proporcionar um melhor atendimento sobre os processos fisiológicos do parto e promover o empoderamento de gestantes e suas famílias para que possam dialogar de forma mais horizontal com profissionais de saúde. O plano de parto é uma potente ferramenta educativa para isso, pois promove a discussão sobre o que pode acontecer durante o pré-natal, o trabalho de parto, o parto e o pós-parto.

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Nossos corpos por nós mesmas

Nossos corpos por nós mesmas é a tradução e adaptação brasileira do OBOS (Our Bodies Ourselves), um clássico e best-seller do feminismo mundial sobre saúde da mulher. Produzido pelo Coletivo Feminista de Boston na década de 1970 e traduzido em mais de 30 línguas, OBOS tem informado e inspirado mulheres de várias gerações.

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TPM e MTC

Vamos rever o termo “TPM”? No ocidente, indica um aumento de TENSÃO pré menstruação, certo? Para a Medicina Tradicional Chinesa não.

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40 anos de coletivo: Médicas de Família

Como parte de nossa programação de 40 anos de Coletivo Feminista, hoje convidamos a médica de família e comunidade Luiza Cadioli para apresentar um pouquinho de sua trajetória e das contribuições que o Núcleo de Médicas de Família e Comunidade traz ao Ambulatório em Saúde do Coletivo. Confere aqui

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40 anos de coletivo: Ginecologistas e Obstetras

Como parte de nossa programação de 40 anos de Coletivo Feminista, hoje convidamos a médica de família e comunidade Luiza Cadioli para apresentar um pouquinho de sua trajetória e das contribuições que o Núcleo de Médicas de Família e Comunidade traz ao Ambulatório em Saúde do Coletivo. Confere aqui

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Cartilha de Profilaxia Pós-Exposiçao

Esta cartilha oferece informações sobre como agir após situações de risco — como violência sexual, sexo desprotegido ou acidente ocupacional. No Coletivo, esse conteúdo dá base para orientações seguras, acolhedoras e livres de estigmas.

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Cartilha de Profilaxia Pré-Exposição

A Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (PrEP, do inglês Pre-Exposure Prophylaxis) consiste no uso de antirretrovirais (ARV) para reduzir o risco de adquirir a infecção pelo HIV. Essa estratégia se mostrou eficaz e segura em pessoas com risco aumentado de adquirir a infecção.

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Portas. Um conto de Bruna Novaes

Hoje começa os 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher. Pelo contexto racial do Brasil, dia 20 de novembro (dia da consciência negra) começa os 21 dias de ativismo. Para dar inicio a esses 16 dias resolvemos trazer um texto da médica de família e comunidade, que integra a nossa equipe do Coletivo Feminista, Bruna Novaes.

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O que há entre o Outubro Rosa e o Novembro Azul?

Outubro Rosa e Novembro Azul, dois meses em que somos bombardeades com informações para estimular a prevenção de câncer de mama e de próstata respectivamente, certo? Não exatamente… O Coletivo Feminista mantém uma postura critica a respeito dessas datas. Vamos entender a razão?

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Homens, a conversa é com vocês

A organização não governamental Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde realiza grupos reflexivos com homens denunciados por crimes da Lei Maria da Penha há cerca de 10 anos na cidade de São Paulo (SP).

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Webnário: Direitos Sexuais e Reprodutivos

Neste webnário, faremos um percurso breve da história que culmina em nosso contexto atual, que levou os movimentos de direitos humanos das mulheres a reivindicá-los, conhecendo as realidades da teoria à prática, trazendo recorte de raça, classe e gênero.

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Suicídio, como lidar?

Ideação suicida não é chantagem emocional. Não é falta de fé, covardia ou fragilidade. As falas das pessoas em sofrimento, que se dizem dispostas a buscar algo tão radical, sugerem que algo da ordem do impossível está se passando com elas e que elas já esgotaram seus recursos para enfrentar suas questões. Por isso um amigo, um familiar ou profissional de qualquer área que ouve algum desses relatos não deve ignorá-lo.

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