
Resenha a quem interessa o aborto inseguro?
Este artigo sintetiza algumas pesquisas e artigos que mostram que o aborto pode ser um procedimento muito seguro, e deveria estar disponível para que se preserve o direito à saúde de meninas e mulheres.

Este artigo sintetiza algumas pesquisas e artigos que mostram que o aborto pode ser um procedimento muito seguro, e deveria estar disponível para que se preserve o direito à saúde de meninas e mulheres.

O surto da nova varíola (monkeypox), que nada tem a ver com transmissão por macacos, tem preocupado cada vez mais a comunidade científica, autoridades e a população ao redor do mundo.

“Você está com a vacinação em dia?” Uma pergunta que escutamos muito desde o desenvolvimento da vacinação contra COVID-19. Muitas das pessoas respondem que sim para as 3 (ou 4) doses atualmente disponíveis pelo SUS. Mas, e a vacina contra difteria e tétano? E a tríplice viral? Será que a vacinação está realmente “em dia”? Se não, por que é importante tomar uma vacina?

No Brasil, 1 a cada 5 mulheres aborta ou irá abortar ao longo de sua vida reprodutiva (PNA, 2016). O aborto é frequente e faz parte da vida reprodutiva das mulheres, já sabemos disso. Num país como o nosso que criminaliza o aborto, estamos falando de abortos que ocorrerão na clandestinidade, provocados pelo desejo dessas mulheres de não terem mais um filho, mulheres que estão reivindicando sua saúde física, mental e, mais do que isso, exercendo seu direito de autonomia reprodutiva, direito esse negado pelo nosso Estado.

A oficina Fique Amiga Dela nasceu do modelo feminista de cuidado em saúde desenvolvido nas consultas individuais do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde. O objetivo é promover espaços comunitários de autoconhecimento, estimulando mulheres e pessoas com vulva a explorarem sua fisiologia e as manifestações naturais do corpo em um espaço seguro. A proposta da oficina vai além da informação: incentiva a experimentação, a reflexão e o desenvolvimento da autonomia sobre o próprio corpo. Ao compreender o que é normal, é possível reduzir tabus, prevenir problemas de saúde e fortalecer a confiança e a autonomia reprodutiva.

Caso Alyne Pimentel completa 20 anos e história é contada em podcast.Série com três episódios apresenta o caso emblemático sobre mortalidade materna no Brasil

Existe Mutilação Genital Feminina no Brasil? Pratica, que ainda é uma tradição em 30 países do norte de África e Oriente médio.