Medo do parto normal

“Quero parto normal, mas tenho medo”. Essa fala é comum aparecer em consultas de pré-natal e esse medo é muito mais frequente do que parece — e tem razões profundas.

A obstetriz Júlia Baggio, parceira do Coletivo Feminista, explica:
“O medo do parto normal é muito comum. A gente ouve muitas histórias de partos como experiências difíceis ou traumáticas, e as representações midiáticas reforçam a ideia de dor insuportável e sofrimento. Mas é fundamental entender que a maior parte do que torna essas experiências difíceis tem a ver com a assistência recebida — intervenções desnecessárias, pressa para acelerar o trabalho de parto e, infelizmente, violências obstétricas.”

Ou seja: o que costuma tornar o parto assustador não é o processo em si, mas a forma de assistência que, muitas vezes, desrespeita o corpo e o tempo das mulheres e das pessoas gestantes. Quando há informação sobre o que acontece no corpo, recursos para lidar com cada fase e profissionais que respeitam o ritmo do trabalho de parto, a experiência deixa de ser marcada pelo trauma e pode se transformar em uma memória de potência, respeito e cuidado.

No Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, o pré-natal e a assistência ao parto são pensadas para oferecer informação clara, escuta qualificada e protagonismo da gestante. As profissionais parceiras do Coletivo — Júlia Baggio, obstetriz, e Flora Bravo, médica obstetra — atuam com base nas evidências científicas, sem abrir mão da sensibilidade, e tomando decisões sempre em parceria com você.

Se você está grávida ou pretende engravidar e quer se preparar para um parto respeitoso, agende sua consulta no Coletivo.
O medo pode até acompanhar o caminho, mas, com informação, cuidado e respeito, ele deixa de ser protagonista da história.

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