A emenda parlamentar é um instrumento do orçamento público que permite a parlamentares direcionar recursos para ações ou projetos específicos, atendendo demandas regionais ou locais.
Para Organizações da Sociedade Civil (OSCs), as emendas são uma oportunidade de captação de recursos para financiar projetos sociais, culturais, educacionais ou de saúde, entre outros, contribuindo para o fortalecimento de suas atividades.
O Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde executou ou está executandoas seguintes emendas parlamentares:
O Projeto Eu Acolho – Criança Não é Mãe tem por objetivo esenvolver metodologia de ensino e capacitar profissionais de saúde da atenção primária e de serviços de referência para o atendimento de casos de violência sexual e conselheiros e conselheiras tutelares para atender casos de violência sexual e suas consequências na infância a fim de possibilitar o rompimento de cenários de violência.
O projeto Vozes LBTQIAPN+ pelo SUS surge como resposta direta aos desafios relacionados à efetivação dos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) no território, especialmente no que se refere à participação social, à promoção da equidade e à garantia do direito à saúde. O projeto tem por objetivo o desenvolvimento e aplicação de capacitação de curta duração sobre o funcionamento dos espaços de controle social do SUS para mulheres e outras pessoas LBTQIAPN+ no município de Campinas/SP, com foco na ampliação da participação popular, no fortalecimento da democracia e na garantia do direito à saúde sexual e reprodutiva a partir de uma perspectiva feminista, interseccional e popular.
O Projeto Criança não é Mãe que visa difundir e analisar informações estratégicas sobre gravidez na infância (pessoas de 10 a 14 anos) no Brasil para disponibilização no ObservaDH, fornecendo evidências para o planejamento, o monitoramento e a avaliação de políticas públicas de defesa, promoção, proteção, educação e cultura em direitos humanos, nos níveis de governo federal, estadual e municipal e junto à sociedade civil.
O Projeto Criança Não é Mãe em São Paulo tem por objetivo contribuir para a prevenção e enfrentamento das consequências da gravidez na infância (até 14 anos), por meio da sistematização e disponibilização de dados e desenvolvimento de material informativo e suporte aos Conselhos Tutelares.
Termo e Fomento TFM/128/2024/SMDHC/CPCA firmado entre a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania e o Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde (acesse aqui)

O Mapa de Justiça Reprodutiva visa contribuir para a ampliação e garantia do acesso à métodos contraceptivos disponibilizados no Sistema Único de Saúde e para a garantia do acesso à interrupção legal da gestação no município de São Paulo por meio da disponibilização de dados sobre o acesso a métodos contraceptivos e aborto legal na cidade de São Paulo.

Em parceria com a Vara Central de Violência Doméstica e Familiar de São Paulo,desde 2009, atuamos com homens autuados pela Lei Maria da Penha sob um olhar do enfrentamento às violências de gênero. Através de atividades pedagógicas e reflexivas, buscamos promover a desconstrução de modelos nocivos de masculinidades e incentivando maneiras não violentas de se relacionar.
O Coletivo executa esse projeto em parceria com a organização Cruzando Histórias.
